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Nunca mais seremos os mesmos!


Quem lê Augusto Cury depressa se apercebe que ele possui um fascínio invulgar pela mente humana , onde se desenrola a cada instante o "maior espectáculo no palco da existência". Recordemos que ele tem formação em Psiquiatria e é um fecundo pensador.
Basta pegarmos no livro "Revolucione Sua Qualidade de Vida" para, logo no primeiro capítulo, percebermos de que forma Cury está seduzido pela vida que existe dentro da nossa mente. O título é, ele próprio, um convite à sua leitura: "O Admirável Mundo da Mente Humana".
Ele escreve a dado passo: "A alma humana é um pequeno e infinito mundo. Pequeno, porque cabe dentro de cada ser humano, mesmo de uma criança abandonada pelas ruas. Infinito, porque é insondável na sua plenitude. Diariamente pensamos, reflectimos, raciocinamos, sentimos solidão, medo, ansiedade, alegria, tranquilidade. Não temos consciência de como isso é complexo". É um mundo que Augusto Cury tem procurado levar ao conhecimento de cada leitor através não apenas da descrição de fenómenos mentais como a Âncora da Memória ou o Fluxo Vital da Energia Psíquica como convidando cada um de nós a se interiorizar, a olhar para esse mundo fabuloso da mente e a aprender a gerenciá-lo para nosso deleite.
No prefácio de sua obra central, "Inteligência Multifocal", Cury dá o mote: "Há um mundo a ser descoberto nos bastidores da mente humana; um mundo rico, sofisticado e interessante, um mundo que está além da massificação da cultura, do consumismo, da cotação do dólar, da tecnologia, da moda, do estereótipo da estética". Tentar conhecer esse mundo interno que cada um de nós possui "é uma aventura indescritível".
De facto, acrescenta ele: "Uma das mais importantes explorações do homem, se não a maior delas, é a exploração de si mesmo, do seu próprio mundo intrapsíquico".
E o que ganhamos com essa viagem de descoberta? Cury nos promete que "quando realizamos essa jornada intelectual, nunca mais somos os mesmos, pois começamos a repensar e a reciclar as nossas posturas intelectuais, as nossas verdades, os nossos paradigmas socioculturais, os nossos preconceitos existenciais".
É pois todo um trabalho de auto-descoberta, de auto-psicanálise e de auto-conhecimento o que Augusto Cury nos convida a fazer. Através dos seus livros ele nos diz como proceder. E em cada um deles Cury está lá desempenhando o seu papel de guia competente, sábio, sedutor e amigo.