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Síndrome da Exteriorização Existencial


Vivemos hoje numa época onde uma doentia situação social é frequente: a chamada “Síndrome da Exteriorização Existencial” (síndrome explicada pelo Dr. Augusto Cury em seu livro: Inteligência Multifocal).

Fruto do contraste entre o excesso de informação sobre o mundo extrapsíquico em relação ao mundo intrapsíquico. O resultado disto é a reduzida capacidade de se reciclar e se organizar, baixa eficiência em se tornar o agente modificador da sua própria história, redução no desenvolvimento humanista, da cidadania e da ecologia. Dificuldade de se colocar no lugar do “outro” e perceber suas dores e necessidades psicossociais e de se doar socialmente sem esperar retorno. A pessoa torna-se um mero “passante existencial”, alguém que transita pela vida sem conhecer a si mesmo. Tem enormes dificuldades para suportar críticas, admitir suas fragilidades e uma incapacidade de lidar com frustrações, que se transpõe para os relacionamentos sociais.

Na chamada “Geração Zap” o “ficar” é moda, que ultrapassa os limites da adolescência, onde pessoas descartam umas às outras como simples objecto. Pais abandonam filhos com facilidade para satisfazer o objectivo pessoal. O simples “ficar” é usar, enquanto o relacionar-se é viver. Pessoas assim, sabem lidar com o sucesso e o social muito bem, porém não sabem lidar com as “Dores da Alma”. A pior solidão é o abandono de si mesmo.

Texto de Cristiane Celina, formada em Comunicação Social – Master Practitioner em Programação Neurolinguística e Gerente de Controle Contábil do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT). Leia o texto integral em >>