Então, isto produz uma ansiedade doentia que tem as mais diversas manifestações: irritabilidade, insatisfação existencial, problemas de concentração e de memória, fadiga, sono alterado, desequilíbrios emocionais, etc.
Cury exemplifica: uma criança de 7 anos de idade recebe actualmente mais informações do que um ser humano médio adquiria durante 70 anos de vida nos tempos mais antigos. Um grande jornal diário contém mais informações do que uma pessoa comum poderia receber durante toda a sua vida há dois ou três séculos.
Então o que resulta desse excesso de informação que nos chega de forma desorganizada é o cansaço e tudo o resto que se segue em consequência.
O que fazer então? Mudar de vida, de estilo de vida, desacelerar o ritmo, aprendermos a controlar os pensamentos e não esperar que seja a doença (seja um AVC, um ataque cardíaco ou outros problemas sérios) a obrigar-nos a mudar tudo!
